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Um Fim de Semana Quase Perfeito! (parte 3)

19/11/2010

Saímos da festa e chegamos ao apartamento e deitamos para dormir 4 horas da manhã, com o noivo ainda de pé, e a noiva na cama perguntando por que não iria para casa com um dos carros. É! Acho que ela estava um pouco embriagada, mas era só um pouquinho, porque eu nem percebi que ela estava tão “grog”.

O que explicaria um casal levar 5 pessoas para o seu apartamento logo após o casamento? Tenho 28 anos e nunca na minha vida participei do primeiro dia de casamento de um casal, e mais, dentro do apartamento do casal.

Alguns até falariam: “Nossa mas que cara de pau hein”

Mas não foi uma questão de invasão de privacidade, nós fomos humildemente convidados a ficar, claro que não poderíamos deixar de aceitar um convite desses, afinal, seria uma oportunidade única. Com o casal recém-casado podemos dizer que passamos os primeiros dias de lua mel juntos (risos). O que? Suruba? Eu não disse nada disso…

E depois de um bom sono na fria madrugada de SP, começamos enfim despertar do sono e tentar aproveitar o máximo possível aquele domingo que já estava na metade do dia, e ninguém queria perder um minuto sequer do afetuoso encontro.

Após o despertar naquele meio dia de domingo, posso garantir que nunca tomei um café da manhã tão saudável como esse que tomei com meus amigos. Tem um tempo que nas lanchonetes da vida acompanhado de minha esposa eu só como sanduiche natural, e tomo chá verde, mas esse café da manhã foi o máximo, eu repetiria quantas vezes fosse necessário. O café da manhã foi: Salgadinhos da festa de casamento requentados, bolo do casamento e coca cola. Repito para não achar que é sarcasmo. Faria tudo novamente, com essas pessoas é claro. J

Mas um café da tarde nos esperava no shopping Eldorado. É foi meio frustrante na verdade, chegar comer aquele pão de queijo delicioso e você pedir mais um e a moça da cafeteria falar:

– Acabou.

Como que uma cafeteria movimentada dentro de um shopping me deixa acabar pão de queijo, como?

Tá, comi só um pão de queijo, mas estava bom, muito bom, ainda mais com a “cappuccinaiada” que aconteceu na mesa, cada um praticamente pediu um diferente e foi uma coisa cada um experimentando o do outro. Era cappuccino com conhaque, com licor, com avelã, que teve gente que saiu de lá quente igual um dragão por causa do cappuccino com licor. Depois dos cappuccinos e algumas voltas no shopping, localizamos o paraíso, um quiosque de cervejas especiais. Havia cerveja de tudo quanto é preço sabor, e origem. Os valores iam de R$ 9 até R$ 225, resolvemos então tomar uma cerveja alemã chamada Shöfferhofer, que foi a melhor cerveja que tomei em toda minha vida, tá, tomamos apenas uma garrafa, o sabor era ótimo mas o valor, 600ml de cerveja R$ 20. Sentamos numa mesa ali mesmo no quiosque e degustamos a cerveja enquanto a mulherada reodava pelo shopping. Um momento muito bacana dos homens ali sentado e compartilhando palavras. Mas novamente chegara a hora de partir para mais um local, dessa vez uma pizzaria em algum canto de SP.

Chegando na pizzaria, logo pedimos as pizzas e as bebidas, mas nada, nada naquele momento estava tão bom quanto a proza. Até um pedacinho de uma música muito conhecida caberia aqui neste momento.

“Quando eu estou aqui. Eu vivo esse momento lindo…”

 

– continua no próximo post –

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